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segunda-feira, 10 de junho de 2013

Sistemas VRF ( Ar Condicionado)

VRF

O VRF é um sistema de ar condicionado central, do tipo Multisplit, que funciona com uma condensadora (unidade externa) ligada a varias evaporadoras ( unidades internas) através de um ciclo único de refrigeração, com sistema de expansão direta onde o fluxo de gás refrigerante é variável.
Uma grande vantagem deste sistema está no controle de cada ambiente que pode funcionar independente de acordo com as programações dos usuários, sendo gerenciados pela unidade condensadora que pode atender até 64 evaporadoras.

Modular

Permite expansão de capacidade, pois as condensadoras são modulares podendo ser ligadas entre si para atender, em cada sistema, capacidade entre 48 e 64 HP, de 1 até 4 módulos.( conforme o fabricante ).

Versatilidade
Suas características funcionais permitem seu funcionamento em vantagens a outros sistemas:
- Maior distância entre a unidade externa e internas que pode variar entre 100 a 1000 metros de comprimento máximo de tubulação. ( varia conforme o fabricante)
- Desnível de até 50 metros, tornando ideal a instalação das unidades externas em coberturas ou em subsolo.
- Oferece até 13 (treze) modelos de Evaporadoras (unidades internas) que variam de capacidade entre 7.000 até 60.000 Btus.
- Variados tipos de controle do sistema, desde controles remotos individuais até controles centrais com gerenciamento.
- Para projetos que necessitem o sistema fornece evaporadora dutada com 100% de ar externo, podendo substituir o ventilador para os sistemas derenovação de ar


Recuperador de Calor.
Os sistemas VRF disponibilizam os recuperadores de calor, caso necessário. Estes equipamentos proporcionam o cruzamento dos fluxos de ar ( externo x retorno de ar do ambiente ) em que há uma troca de energia com consequente redução da temperatura do ar externo, redução na demanda da carga térmica e menor consumo de energia.
Compressor Inverter
A tecnologia Inverter permite ao compressor variar sua velocidade de acordo com a demanda de capacidade para resfriamento e/ou aquecimento, assim ele apenas consome a energia necessária, desta forma, se torna muito vantajoso em cargas parciais que é o que ocorre na maior parte do tempo.
Existe uma oscilação de demanda na utilização do ambiente em função de insolação, rotatividade de pessoas, equipamentos elétricos que funcionam por períodos determinados, ambientes que são utilizados esporadicamente, é o que chamamos de carga térmica parcial.
O compressor inverter permite a aceleração e desaceleração atendendo a oscilação de cargas térmicas no ambiente com o menor consumo de energia elétrica.

Menor Consumo de Energia
Possui COP elevado ( Coeficiente de Eficiência Energética ), ele quantifica energia de aquecimento ou resfriamento útil que o equipamento produz comparado a energia consumida, quando maior for o resultado maior é a eficiência do sistema, menor é o custo operacional. Este resultado é fornecido pela unidade Kw/Kw.
Utiliza em sua operação gás refrigerante Ecólógico R410A – que proporciona maior eficiência energética.

Sustentabilidade / Leed
A utilização do Condicionador VRF nos projetos atende a um dos quesitos (Eficiência  Energética ) para obtenção da Certificação Leed, que é fornecida pela ONG Green Building Council Brasil.
De modo geral os Sistemas condicionadores de ar são responsáveis entre 40 a 50%  pelo consumo de energia de prédios comerciais.
O Leed (Lider em Energia e Design Ambiental) é um sistema de Certificação e orientação ambiental de edificações.
É o selo de maior reconhecimento internacional para Edificações Sustentáveis, utilizado em todo o mundo, inclusive no Brasil.

Aplicação:
- Residências e Apartamentos de Alto Padrão
- Construções Comerciais


Instalação:
Devido à complexidade do sistema VRF a instalação deve ser feita por empresa com técnicos treinados pelo fabricante e realizada mediante critérios rigorosos de qualidade.
A partida inicial do sistema é acompanhada pelos fabricantes que neste momento valida a garantia do sistema.
A A.Dias dispõe de equipes técnicas especializadas no sistema VRF dos fabricantes Toshiba, Mitsubishi, Hitachi, Midea e LG.

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Ambientes com ar condicionado deverão possuir plano de manutenção

Atentos à continua necessidade de adotar procedimentos que garantam melhor qualidade de vida e mais saúde à população, o senadores aprovaram, na manhã desta terça-feira (21), um projeto de lei (PLC 70/2012) que submete a climatização dos ambientes a existência de um Plano de Manutenção, Operação e Controle (PMOC) dos equipamentos de ar condicionado. A matéria que passou pela Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA), agora segue para a Comissão de Assuntos Sociais (CAS), de onde, se aprovada, seguirá direto para a sanção presidencial. 
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Viana relatou a criação do plano de manutenção
de equipamentos como o ar condicionado
Pelo texto, o plano de manutenção passará a ser exigido assim que o projeto for sancionado. Entretanto, para os sistemas já em operação será concedido um prazo de 180 – aos locatários, proprietários ou responsáveis – para se adequarem a legislação. Inicialmente, todos os planos deveriam ser submetidos à avaliação técnica de um engenheiro mecânico. Mas por entender que esta obrigatoriedade poderia levar “inaplicabilidade” da lei, em razão do alto custo, o senador Jorge Viana (PT-AC), relator da matéria, apresentou emenda suprimindo esta determinação.
“A definição da responsabilidade exclusiva do engenheiro mecânico pode levar à inaplicabilidade da Lei devida a falta do profissional qualificado para atender a demanda ou em razão do alto custo do profissional, em decorrência da escassez desta mão de obra”, observou Viana, ao apresentar uma alteração no texto para permitir que a habilitação dos planos podem ser submetidas a técnicos de refrigeração e climatização, além dos próprios engenheiros mecânicos.
Saúde públicaPara justificar a medida, o deputado Lincoln Portela (PR-MG), autor do projeto, faz alusão à “síndrome dos edifícios doentes” – expressão definida pela Organização Mundial da Saúde (OMS), para designar espaços confinados com qualidade do ar questionável, cujos ocupantes relatam com frequência sintomas semelhantes. “A crescente utilização de sistemas de climatização artificial nas edificações urbanas impõe a adoção de medidas de controle e manutenção desses sistemas para evitar a proliferação de agentes patogênicos”, pondera Portela.
Especialistas reconhecem que um edifício está doente quando 20% de sua população apresenta sintomas de doenças alérgicas e pulmonares, ocasionalmente melhorando quando estão afastadas do local. Dentre os principais sintomas estão: dor de cabeça, problemas nos olhos (irritação, dor, secura, coceira ou constante lacrimejamento), problemas nasais (constipação nasal, coriza ou irritação nasal), fadiga e letargia, anormalidades na pele (secura, coceira ou irritação), e dificuldade de manter a concentração no trabalho. Há estudos que advertem para o aumento de pelo menos o dobro de queixas nos ocupantes dos edifícios fechados em relação a ocupantes de edifícios ventilados de forma natural.
Atualmente, a climatização de ambientes já é tema de uma Resolução (nº 9/2003) da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que define padrões referenciais de qualidade para o interior de ambientes. Porém, Jorge Viana e Lincoln Portela consideram pertinente a edição em lei federal essas diretrizes, como faz o PLC 70/2012.
Catharine Rocha

Imagem

Reportagem mostra a importância da limpeza do ar ... - globo.tv

http://www.google.com/url?sa=X&q=http://globotv.globo.com/tv-gazeta-al/al-tv-1a-edicao/v/reportagem-mostra-a-importancia-da-limpeza-do-ar-condicionado/2589678/&ct=ga&cad=CAcQARgAIAEoBDAAOABAz4mAjQVIAVgAYgVwdC1CUg&cd=LwtS2z_XLP8&usg=AFQjCNFNIGQ7BFxCrp4jJ_9-5Pm0Y7E2Bw

terça-feira, 14 de maio de 2013

Aprenda a calcular o dimensionamento de ar condicionado


O avanço da tecnologia aplicada aos aparelhos de ar condicionado trouxe ao mercado muitos modelos bem distintos, com finalidades, funções, potências e características bem específicas entre si.
Essa grande variedade de opções acabou também por trazer muitas dúvidas aos compradores na hora da escolha do modelo certo para sua residência ou escritório. Dentre essas dúvidas, o dimensionamento do aparelho é, com certeza, a maior delas.
Dimensionar corretamente o ar condicionado envolve a consideração de alguns fatores:
  • Medida do ambiente em metros quadrados;
  • A quantidade de portas e de janelas desse ambiente;
  • A ocorrência de luz direta do sol nesse ambiente e, em caso positivo, em qual horário do dia isso ocorre;
  • O número de pessoas que ocupam ou que ocuparão o ambiente;
  • A quantidade de eletrônicos em funcionamento nesse ambiente.
Assim, vamos tomar como exemplo que duas pessoas irão frequentar esse ambiente, e, também, que nele não ocorra a incidência de luz solar. Nesse caso, para calcular o dimensionamento, devemos fazer o seguinte cálculo:
Medida do ambiente (m²) x 600 BTUs/h + (600 BTUs/h x número de pessoas que irão frequentar o ambiente e de aparelhos eletrônicos) = a carga térmica ideal.
Cálculo da potência de ar condicionadoConsiderando que BTU é a medida oficial dos aparelhos de ar condicionado, utilizada para calcular a capacidade térmica do aparelho e disponível em todos os modelos.
Assim, num ambiente de 10 m² na qual somente duas pessoas o frequentarão, teríamos como dimensionamento:
10 m² x 600 BTUs + (600 BTUs x 2) = 7.200 BTU/h
7.200 BTU/h. Essa seria a potência necessária de um aparelho de ar condicionado para que o ambiente fosse refrigerado de uma maneira satisfatória, sem um gasto energético grande e de maneira estável.
Lembre-se que para cada pessoa a mais que frequentar o ambiente, deve-se acrescentar a quantia de 600 BTU/h. E para cada eletroeletrônico em funcionamento no ambiente deve-se aumentar mais 600 BTU/h.
Você também pode fazer um cálculo mais complexo do dimensionamento, porém, não se esqueça de verificar com um técnico especializado se há todas as variáveis do seu ambiente e se o aparelho escolhido condiz com as suas necessidades.

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Tecnologia inverter se torna cada vez mais popular em aparelhos de ar condicionado domésticos


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altA tecnologia inverter, que evita o alto consumo de energia, está se tornando cada vez mais popular em aparelhos de ar condicionado domésticos. Para proporcionar ainda mais ganhos ambientais, o sistema pode ser aliado ao uso de fluidos refrigerantes alternativos, sem potencial de degradação da camada de ozônio.
O estilo de vida e as residências das grandes cidades em todo o mundo consomem muita energia. Como tentativa de diminuir esse impacto ao meio ambiente, diversos equipamentos de refrigeração e condicionamento de ar são otimizados para oferecer conforto e bom desempenho com menos gastos. Exemplo disso é a tecnologia inverter, que é mais econômica por apresentar um sistema de funcionamento inteligente capaz de evitar o alto consumo de energia.
Cada vez mais popular em aparelhos de ar condicionado doméstico, essa tendência serve de estímulo para fabricantes e técnicos de refrigeração, que têm de estar atentos à crescente procura por equipamentos com essas características, a fim de aliar os benefícios da tecnologia inverter ao uso de outros recursos ambientalmente aceitáveis, tais como os fluidos refrigerantes alternativos.
O produto da DuPont que pode ser aplicado a aparelhos de ar condicionado inverter utilizados em residências é o Suva® 410A, fluido sem potencial de degradação da camada de ozônio, que apresenta baixa toxicidade, não é inflamável e ainda pode proporcionar desempenho até 60% superior a equipamentos projetados para trabalhar com R-22.
Usuários de ar condicionado tendem a se tornar mais exigentes quanto à adoção de novas tecnologias ao funcionamento dos equipamentos de refrigeração e climatização, de maneira a obter ganhos em aspectos como rendimento, economia e conscientização ambiental.
Cabe aos fabricantes e técnicos do setor estarem atentos às movimentações desse mercado, na busca por aliar essas tecnologias a fluidos refrigerantes sem potencial de degradação da camada de ozônio, otimizando os ganhos ambientais com aparelhos de ar condicionado em residências.